POLICIAS PROTESTAM CONTRA MUDANÇAS NA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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POLICIAS PROTESTAM CONTRA MUDANÇAS NA REFORMA DA PREVIDÊNCIA

By | 2019-05-24T15:02:27+00:00 quinta-feira, 23 de maio, 2019|Inicio, Notícias|0 Comentários

A União dos Policiais do Brasil (UPB) e suas entidades filiadas realizaram nesta terça-feira, 21, uma manifestação contra as mudanças nas regras de aposentadoria para as categorias. O protesto ocorreu em frente ao Congresso Nacional e reuniu cerca de 4 mil pessoas.

Entre as alterações propostas pela nova Reforma da Previdência, apresentada pelo Poder Executivo e que desagradam policiais e agentes de segurança pública estão:

  • Aumento nas alíquotas previdenciárias;
  • Diminuição da pensão por morte. A reforma prevê 46% da pensão por morte para os cônjuges;
  • Excluir o risco de vida da atividade policial;
  • Aumento no tempo de contribuição previdenciária. O texto prevê que policiais civis, federais e agentes penitenciários e socioeducativos se aposentem com idade mínima 55 anos.

O diretor da ADPJ, Thiago Costa, destaca que a medida irá provocar um aumento da precarização da segurança pública nacional. “Chegaremos ao ponto de ter um policial extremamente envelhecido, tendo que atuar na linha de frente de combate ao crime e se deparando com jovens criminosos em condições físicas melhores que a do policial”, explicou.

Para o presidente da ADPF, Edvandir Felix de Paiva, ver tanta gente aqui, tantos policiais, pessoas que empenharam a sua vida em prol da sociedade brasileira, juntos, lutando por uma causa digna é emocionante. “ É o que nos dá força para continuar representando todo mundo no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto, todos os dias”, disse Paiva de cima do carro de som.

Para o diretor da ADPJ, os direitos reivindicados devem seguir as mesmas regras de aposentadoria dos militares. “Se formos avaliar, tanto os policiais como militares exercem uma atividade peculiar. Então pelas mesmas razões que eles foram recepcionados pela reforma da previdência, parece justo a todos nós, que os policiais também tenham o mesmo tratamento”, concluiu Thiago Costa.

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